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FUNDAMENTOS DO DA-SEIN (HEIDEGGER)

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O que se segue é um esboço da Introdução e da Primeira Parte do livro Ser e Tempo de Heidegger. Este esboço visa apenas apresentar   o que pode ser encontrado no livro. Ele não representa minhas ideias pessoais.

PROLEGÔMENA A UMA ANÁLISE ONTOLÓGICA -EXISTENCIAL DA ANGÚSTIA

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       O objetivo deste artigo é oferecer uma prolegômena  à questão do ser para uma hermenêutica existencial do fenômeno a-semântico da angústia ( angst) . A questão é apenas fazer um ensaio a fim de estabelecer indagações iniciais para futuros estudos e análises existenciais a partir de algumas leituras. Logo, minha pretensão não é estabelecer  uma análise fenomenológica exaustiva sobre a ontologia da angústia, mas sim colocar algumas questões e suspeitas existenciais a título de introdução.

ESCATALOGIA DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

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        O objetiv o deste artigo é apresentar a escatologia das Testemunhas de Jeová a fim de ilustrar o papel central que a doutrina dos últimos dias tem para as seitas. As seitas costumam ter uma escatologia própria a fim de justificar a descontinuidade histórica que há entre elas e o Cristianismo primitivo. Para isso, as seitas colocam a si mesmas como um grupo religioso, cujo surgimento e história foram profetizados nas Biblia, o que as permite reinvidicar o lugar de um grupo profetizado e que desempenha um papel de restauração da verdade no fim dos tempos.

CRISTOLOGIA BREVE

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        O objetivo deste artigo é fornecer uma breve apresentação da Cristologia ortodoxa. A necessidade de tratar de tal tema se percebe pelo fato de que muitos crentes têm conceitos e noções erradas sobre a pessoa, naturezas e obras de Cristo. A relevância do assunto é evidente por si só - alguém questionaria a importância de estudar sobre Jesus Cristo?

A ANTROPOLOGIA CRISTÃ E O PROBLEMA MENTE - CORPO

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      A relação entre o corpo e a alma tem sido tema de muitos debates teológicos. Historicamente na Teologia Cristã há três principais perspectivas principais sobre a relação alma-corpo: (i)  Tricotomia: que vê o homem como constituído de três componentes. (ii)  Dicotomia: que entende o homem como constituído de um componente material e outro espiritual e (iii)  Holismo:  entende o homem como tendo uma substância material (corpo) que é ativada por uma energia vital (espírito). Tais perspectivas buscam explicar quais os componentes que constituem a natureza humana.

A PROCESSÃO ETERNA DO ESPÍRITO SANTO

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       As Escrituras ensinam que o Filho é gerado eternamente do Pai e recebe dele, por comunicação, a essência divina autoexistente no próprio ato da geração (Provérbios 8.22-26; Miquéias 5.2; João 5.26; Colossenses 1.19). Se a base para uma segunda Pessoa na Divindade é a geração do Filho pelo Pai, o princípio de um terceiro modo de subsistência em Deus se dá na processão eterna do Espírito do Pai e do Filho.

ESBOÇO: DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DA DOUTRINA DA TRINDADE

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        Relaciono algumas uma lista de ideias (tanto ortodoxas, como heréticas) acerca da doutrina da Trindade desenvolvidas ao longo da história. Como esta lista é apenas um esboço, coloquei apenas uma frase que sintetiza alguma ideia ou contribuição de cada pensador (ou concílio, etc.). Este esboço se baseia em um resgate histórico feito por Silva (2014):

ARGUMENTOS ATANASIANOS E VITORINOS A FAVOR DA TRINDADE

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        Abaixo estão sistematizados alguns argumentos baseados em Atanásio (296 – 373), defensor da fé nicena e no escolástico Ricardo de São Vitor (1010 – 1173). A preocupação de Atanásio está em defender a consubstancialidade do Pai e do Filho, enquanto a de Ricardo de São Vitor está em apresentar a Trindade como a expressão suprema do amor perfeito.

DA INTERPRETAÇÃO – ARISTÓTELES

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NOME E VERBO        Os sons emitidos pela fala são símbolos das paixões da alma . Os caracteres escritos são os símbolos dos sons emitidos pela fala. Como a escrita, a fala não é a mesma em toda parte, já as paixões da alma são as mesmas em toda parte, assim como os objetos que representam.

HISTORICIDADE DO ANTIGO TESTAMENTO

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Geralmente quando se estuda a confiabilidade das Escrituras, enfatiza-se os argumentos manuscritológicos a favor do Novo Testamento,  bem como as evidências da ressurreição. Não obstante, se fala menos do Antigo Testamento. Assim, segue-se agora uma condensação das evidências apresentadas por Geisler (2015) para a historicidade do Antigo Testamento e dos fatos nele relatados. A historicidade do Antigo Testamento é corroborada pela confiabilidade dos manuscritos veterotestamentários e dos relatos de seus autores.

CATEGORIAS (ARISTÓTELES)

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       Chamamos de homônimas as coisas com mesmo nome, mas com definições diferentes; de sinônimas as coisas com mesmo nome e mesma definição e parônimas as palavras derivadas. Quanto às coisas ditas com significado no emprego de palavras sem combinar, há aquelas que podem ser afirmadas e encontradas, as que não podem ser afirmadas, mas podem ser encontradas, as que podem ser afirmadas, mas não podem ser encontradas e as que não podem, nem ser encontradas em um sujeito, nem afirmadas sobre ele.

RAÍZES FILOSÓFICAS DA CRÍTICA DESTRUTIVA DA BÍBLIA

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                     A crítica bíblica não deixa de ser importante. Ela pode ser subdividida em dois tipos. O primeiro é chamado de baixa crítica e se refere ao texto bíblico, objetivando, através dos manuscritos disponíveis, a reconstrução o texto original. O segundo tipo de crítica pode ser chamado de alta crítica e diz respeito à fonte do texto original, buscando descobrir a origem real do texto, como por exemplo, seu autor. Ela pode ser positiva ou construtiva ou pode ser destrutiva ou negativa. A crítica negativa destrutiva da Bíblia conduz a uma rejeição da posição histórica e ortodoxa que enxerga as Escrituras como sobrenaturalmente inspiradas e inerrantes. Serão apresentados a seguir correntes filosóficas que lançaram as raízes para o surgimento de uma abordagem crítica destrutiva da Bíblia:

PRESSUPOSTOS DE ALGUMAS ABORDAGENS DA PSICOLOGIA

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O objetivo deste texto é apresentar os pressupostos de algumas das abordagens da Psicologia. Foram escolhidas para este intento as seguintes teorias: (i) Psicanálise; (ii) Psicologia Cognitiva,  (iii) Psicologia Humanista; (iv) Construcionismo Social; (v) Psicologia Evolucionista . Em geral, serão considerados os pressupostos ontológicos, metodológicos e antropológicos de cada uma dessas abordagens.

HISTÓRIA DO SUICÍDIO

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       O fenômeno do suicídio foi dotado de diferentes significações no decorrer do pensamento histórico, desde visões que o entendiam como moralmente transgressor, até concepções que o compreendiam como um ato heróico. Já na Antiguidade Clássica é possível encontrar uma pluralidade de opiniões acerca do autoextermínio. Na história grega acham-se casos de suicídios por motivos de patriotismo, remorso, fidelidade, amor, castidade, fuga da senectude da velhice, dentre outros (Caeiro, 2011).

A VISÃO HISTÓRICA DA IGREJA SOBRE A BÍBLIA

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       Cremos que a visão histórica dos grandes homens de Deus sobre a Bíblia é importantíssima para uma teologia ortodoxa sobre as Escrituras, ainda que esses homens não sejam inerrantes. As verdades reveladas por Deus, não podem ser “crenças alternativas” que surgem der repente, antes, nas verdades essências a Igreja sempre creu assim. Nesse sentido, é importante vermos a posição da Igreja Histórica sobre a Bíblia:

TRINDADE E INTERSUBJETIVIDADE

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      Este artigo apresenta a teontologia trinitária, ou seja, a crença em um só Deus subsistindo em três Pessoas distintas (o Pai, o Filho e o Espírito Santo) dentro das discussões filosóficas sobre o uno e o múltiplo e da resposta tomista no interior do debate metafísico entre o monismo e o pluralismo. Por fim, este estudo introduzirá a contribuição gnosiológica da Trindade para as discussões sobre as relações intersubjetivas.

REALISMO X IDEALISMO E A PROPOSTA FENOMENOLÓGICA

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       A Fenomenologia é sobretudo um modo de pensar que surge no contexto da crise das ciências, em especial como uma anti-teoria, que se contrapõe ao cientificismo positivista e ao psicologismo e que supera o dilema filosófico de ênfases no sujeito ou no objeto das tradições idealista e realista. Na medida em que Husserl usou conceitos da tradição filosófica, doando-lhes um novo sentido dentro do olhar fenomenológico, é importante resgatar, num primeiro momento, a tradição filosófica no meio da qual Husserl desenvolve seu pensamento.

A GERAÇÃO ETERNA DO FILHO

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       Muitos cristãos têm descartado ou ignorado a crença trinitária clássica na geração eterna do Filho de Deus. Essa doutrina é ratificada pelas confissões reformadas e pelos quatro primeiros concílios ecumênicos da Igreja reconhecidos pelos protestantes. Este artigo busca retomar essa verdade como importante para uma cosmovisão trinitária e até mesmo para a práxis cristã.

LILITH - A DEMÔNIA BANIDA DA BÍBLIA?

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      De acordo com alguns, Lilith foi criada do pó da Terra assim como Adão, mas por se negar a deitar-se sob ele no coito, rebelou-se contra a autoridade masculina, abandonou o Éden e habitou como uma demônia no deserto. Logo em seguida, Eva foi criada em real papel de submissão. É importante salientar que essa ideia de Lilith como predecessora de Eva, aparece no Alfabeto de Ben – Sira composto por volta do século VII d. C., isto, é uns 2 milênios após a data tradicional para a escrita do Gênesis. As bases para essa Teoria são refutadas abaixo:

NATUREZA TEOLÓGICA DO MILAGRE

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       A Teologia Cristã está sustentada sobre o sobrenatural (Geisler, 2015). O próprio ministério do Cristo foi marcado por milagres, como a repreensão do vento e do mar (Mateus8.23-27), a ressurreição do filho da viúva de Naim (Lucas7.11-17), a ressurreição da filha de Jairo (Marcos 5.21-43), a ressurreição de Lázaro (João 11.1-45) dentre outros (Renovato, 2014). Desse modo, a natureza teológica do milagre tem um valor essencial para a cosmovisão cristã, na medida em que grandes doutrinas do Cristianismo estão edificadas com base nos milagres da história bíblica, a exemplo do milagre da criação, que traz importantes implicações teontológicas. Existem também os milagres relacionados às doutrinas cristológicas, como o nascimento virginal, a ressurreição literal e a ascensão de nosso Senhor Jesus Cristo. Os milagres que atestaram o ministério e a mensagem apostólica sinalizam para o próprio axioma da fé cristã. De fato, não se pode negar a importância dos milagres...

DIFERENTES PERSPECTIVAS SOBRE A DEPRESSÃO

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O MODELO PSIQUIÁTRICO DE DEPRESSÃO           A depressão é uma psicopatologia conforme os principais manuais de psiquiatria (Vasconcellos, Rocha & Maciel, 2010). A depressão é um transtorno mental incapacitante (Fleck, Laer, Del Porto, Brasil & Juruena, 2001), sendo relativamente comum e de curso crônico (Fleck, Berlim, Lafer, Sougey, Porto, Brasil; Juruena & Hetem, 2009). Esse transtorno é resultado de um desequilíbrio neuroquímico no cérebro, não sendo, portanto uma tristeza profunda, mas uma doença desencadeada por um problema cerebral.

INTERDITO LEVÍTICO DO INCESTO

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INTERDITO LEVÍTICO DO INCESTO Bruno dos Santos Queiroz A proibição do incesto é sem dúvida um fenômeno universal. Não há sociedade alguma em que não haja uma norma que interdite o casamento entre pessoas situadas em um determinado grau de parentesco. As pretensas exceções a essa condenação unânime ao incesto, a do casamento de irmãos nas famílias reais do Egito Antigo, do Império Inca ou do Havaí, não devem ser tomadas como um indício da inexistência, entre eles, da noção de incesto e de sua proibição, mas apenas da adoção de uma forma diversa de classificar as relações que se enquadram nessa categoria. A constatação de que as relações incestuosas têm sido consideradas, nas mais diferentes épocas e lugares, como intrinsecamente perniciosas, condenáveis, não significa a universalidade de sua observância. Psicanalistas, sacerdotes, médicos e educadores sabem muito bem que as transgressões à proibição do incesto são uma realidade bem mais freqüente [sic.] do que geralmente se ...

AMOR ERÓTICO EM CANTARES DE SALOMÃO

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       Um preconceito que alguns tem é que a sexualidade só aparece nas Bíblia tendo por finalidade única a procriação e reprodução. No entanto, o Cântico dos Cânticos (também conhecido como Cantares de Salomão) nos mostra como mesmo dentro de um livro sacro judaico a sexualidade ganha nuances eróticas. "Quanto à temática do erótico, percebe -se que no poema “Cântico dos cânticos”, o erotismo, seja masculino, seja feminino, é ecoado pelo eu lírico presente em cada poema" (Alexandre, s.d., p.15). É importante perceber que a erotização presente no livro não restringe-se ao coito genital, mas também às carícias eróticas, o toque no corpo e o amor entre um casal. Salomão também fala disso em um outro livro que escreveu chamado Provérbios: “como cerva amorosa e donzela graciosa; saciem-te seus seios em todo o tempo; e pelo seu amor sê atraído perpetuamente.” (5.19) O 'Cântico dos Cânticos de Salomão', vigésimo segundo livro da Bíblia, signifi...

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Bruno dos Santos Queiroz