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TEORIAS ÉTICAS - DEREK PARFIT (RESUMO)

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  O que se segue é um resumo da Parte 3 do livro On What Matters de Derek Parfit , intitulada Teorias ( Theorie s). Essa parte é composta por 4 capítulos, sendo eles: 1. Leis Universais; 2. E se todos fizessem isso?; 3. Imparcialidade; 4. Contratualismo; 5. Consequencialismo.  É importante colocar que este resumo é apenas uma apresentação das teses do texto original de forma compactada, não uma resenha crítica. A ideia é de que o texto permaneça do autor original no sentido de apresentar de modo resumido suas principais teses no livro.  Entretanto, este resumo não substitui a leitura do livro original, nem é uma reprodução dele, trata-se apenas de um roteiro para estudo com propósito educacional sem fins lucrativos. A obra usada como referência para este resumo foi: PARFIT, Derek. On What Matters . Oxford: Oxford University Press, 2011.

PRINCÍPIOS ÉTICOS - DEREK PARFIT (RESUMO)

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  O que se segue é um resumo da Parte 2 do livro On What Matters de Derek Parfit , intitulada Princípios ( Principles ). Essa parte é composta por 4 capítulos, sendo eles: 1. Princípio do Consentimento; 2. Princípio da Não-Instrumentalização; 3 . Respeito e Valor; 4. Liberdade e Merecimento.  É importante colocar que este resumo é apenas uma apresentação das teses do texto original de forma compactada, não uma resenha crítica. A ideia é de que o texto permaneça do autor original no sentido de apresentar de modo resumido suas principais teses no livro.  Entretanto, este resumo não substitui a leitura do livro original, nem é uma reprodução dele, trata-se apenas de um roteiro para estudo com propósito educacional sem fins lucrativos. A obra usada como referência para este resumo foi: PARFIT, Derek.  On What Matters . Oxford: Oxford University Press, 2011.

BREVE INTRODUÇÃO À METAÉTICA

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  O objetivo deste texto é apresentar uma Breve Introdução à Metaética a partir das aulas apresentadas sobre o assunto por Kane B em seu canal no Youtube ( aqui ). Este texto trata-se, pois, de anotações por escrito a partir do que ele apresenta em seus vídeos. O texto se divide nas seguintes partes: (1) Posições em Metaética; (2) Emotivismo; (3) Teoria do Erro; (4) Subjetivismo; (5) Realismo Moral.

RAZÕES PARA AGIR - DEREK PARFIT (RESUMO)

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O que se segue é um resumo da Parte 1 do livro On What Matters de Derek Parfit, intitulada Razões . Essa parte é composta por 7 capítulos, sendo eles: 1. Conceitos Normativos; 2. Teorias Objetivas; 3. Teorias Subjetivas; 4. Outros Argumentos; 5. Racionalidade; 6. Moralidade e 7. Conceitos Morais. É importante colocar que este resumo é apenas uma apresentação das teses do texto original de forma compactada, não uma resenha crítica. A ideia é de que o texto permaneça do autor original no sentido de apresentar de modo resumido suas principais teses no livro.  Entretanto, este resumo não substitui a leitura do livro original, nem é uma reprodução dele, trata-se apenas de um roteiro para estudo com propósito educacional sem fins lucrativos. A obra usada como referência para este resumo foi: PARFIT, Derek.  On What Matters . Oxford: Oxford University Press, 2011.

UMA DEFESA DO NATURALISMO ONTOLÓGICO

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  O objetivo deste texto consiste em apresentar uma defesa do naturalismo ontológico a partir da ideia de comparação de virtudes teóricas entre cosmovisões. Para tanto, será primeiramente apresentanda a noção de cosmovisão, em seguida se discutirá o problema da incomensurabilidade de cosmovisões. Por fim, será considerado o que é o naturalismo ontológico e se fará uma defesa da cosmovisão naturalista. Adota-se aqui uma abordagem perspectivista que visa argumentar que a melhor cosmovisão naturalista supera em termos de virtudes teóricas comparativas qualquer forma de sobrenaturalismo, entendida como a tese de que, além das entidades naturais, existem entidades sobrenaturais.

INTRODUÇÃO GERAL AO NOVO TESTAMENTO

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            O objetivo deste texto consiste em apresentar uma introdução geral para a leitura do Novo Testamento. Parte-se de uma leitura histórico-crítica , na qual se lê os textos com o objetivo de compreender o seu sentido à luz do que eles significavam para a comunidade que os produziu e recebeu. Os livros do Novo Testamento não estão organizados de forma cronológica nas Bíblias em geral. Esta introdução, no entanto, seguirá, na medida do possível, a ordem cronológica dos eventos e dos livros. Assim, o leitor poderá compreender melhor quais textos vieram primeiro e quais são posteriores. Começaremos pela vida de Jesus e pelo movimento que o sucedeu a fim de contextualizar historicamente os textos, para depois abordar brevemente um pouco sobre o material que compõe o Novo Testamento.

ARGUMENTOS DE SANTO ANSELMO A FAVOR DA EXISTÊNCIA DE DEUS

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              O objetivo deste texto é apresentar, de forma sistematizada, os argumentos de Santo Anselmo de Aosta a favor da existência de Deus presentes no Monologion  e no Proslogion . No Monologion , Anselmo trabalha quatro vias para demonstrar a existência de Deus ( via da bondade, via da grandeza, via da existência, via da perfeição ), já no Proslogion , Santo Anselmo se restringe a a um único argumento, que posteriormente veio a ser denominado como argumento ontológico a favor da existência de Deus. Este texto busca expor cada um desses argumentos de forma sistematizada.

O DIREITO DE PROPRIEDADE COMO LIMITADOR DO PODER CIVIL EM JOHN LOCKE

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  I. INTRODUÇÃO   Este artigo segue em linhas gerais as ideias apresentadas por Locke (1978) em seu Segundo Tratado sobre o Governo. A tese fundamental de John Locke no Segundo Tratado sobre o Governo é a de que a vida, a liberdade e a propriedade são direitos naturais do homem e que o Estado surge para proteger esses direitos. O objetivo deste texto consiste em mostrar como o direito à propriedade estabelece os limites do poder civil.

JESUS FOI UMA INVENÇÃO ROMANA? - AVALIAÇÃO CRÍTICA DA TESE DE JOSEPH ATWILL

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  O objetivo deste texto é considerar criticamente a teoria de Joseph Atwill , presente em O Messias de César , de que Jesus é uma invenção romana, mais especificamente uma criação da dinastia flaviana. Para o autor, Jesus é um mito inventado pela dinastia flaviana (Vespasiano, Tito e Domiciano) para acalmar as revoltas judaicas, especialmente após a destruição do Templo de Jerusalém em 70 d.C. por Tito. A dinastia flaviana teria contratado um conjunto de intelectuais, entre eles Flávio Josefo, para escreverem textos criando a figura de Jesus, como os Evangelhos e cartas atribuídas a Paulo. Para tanto, este texto é composto das seguintes partes:  

ÉTICA A NICÔMACO (RESENHA)

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  O texto a seguir consiste em uma resenha do livro “Ética a Nicômaco” de Aristóteles. A fim de trabalhar as noções desenvolvidas pelo filósofo nessa obra, esta resenha se subdivide nas seguintes partes:

A TEORIA DAS PAIXÕES HUMANAS E A PASSAGEM DO ESTADO NATURAL PARA O ESTADO CIVIL EM THOMAS HOBBES

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  1. Introdução   Thomas Hobbes pode ser considerado, em certo sentido, um anti-aristotélico. De acordo com Aristóteles (1985), os seres humanos organizam-se politicamente porque eles são animais políticos por natureza. Hobbes, por outro lado, considerada a política como uma construção artificial que se constitui justamente pela superação do estado de natureza. No entanto, mesmo a natureza é concebida de modo distinto de como o é no aristotelismo. Para Aristóteles, o mundo e seu movimento é eterno e há uma hierarquia metafísica em que certas coisas são naturalmente superiores em relação a outra. Em Hobbes (1983), ao contrário, a própria natureza tem uma certa artificialidade, pois ela é a arte por meio da qual Deus fez e governa o mundo. A natureza pode ser compreendida, assim, como um mecanismo programado que autoconserva o movimento segundo as regras do Criador.

FEMINISMO INTERSECCIONAL - TEXTO DE MICHELLE CIURRIA (TRADUÇÃO)

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Tradução de: CIURRIA, Michele. Intersectional Feminism ( chapter 1). In: An Interseccional Feminist Theory of Moral Responsibility . New York and London: Routledge, 2020.   _________________  

INTRODUÇÃO GERAL À BÍBLIA HEBRAICA

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  O objetivo deste texto é apresentar uma breve introdução geral à Bíblia Hebraica a partir de uma perspectiva histórico-crítica. Trata-se de uma busca de abordar os textos tomando como fio condutor seu significado em seu contexto histórico e cultural de produção sem partir de pressupostos religiosos, como a ideia de inspiração. Nesse sentido adota-se o naturalismo metodológico, compreendendo a Bíblia como um livro produzido por homens reais em seus contextos concretos de existência.  Este artigo não visa fornecer uma exegese dos textos, mas contextualizar o leitor historicamente a fim de fornecer uma introdução geral para a leitura da Bíblia Hebraica.

MÊNON - PLATÃO (RESENHA)

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  No Mênon, é discutida a questão sobre se a virtude é algo que se ensina. Para tanto, Mênon levanta três possíveis hipóteses. A primeira é a de que a virtude é uma coisa que se ensina, a segunda de que a virtude se adquire por meio do exercício e a terceira de que a virtude é natural do ser humano. No entanto, para investigar essa questão, é preciso primeiro responder o que vem a ser a virtude. A primeira tese proposta por Mênon é a de que parece óbvio que podemos definir virtude do homem como “ser capaz de gerir as coisas da cidade, e, no exercício dessa gestão, fazer bem aos amigos e mal aos inimigos, e guardar ele próprio de sofrer coisa parecida” (Mênon, 71e). É interessante que essa resposta seja dada com segurança como se fosse algo óbvio e isso nos ajuda a pensar nas próprias etapas do processo pelo qual a alma rememora aquilo que ela já sabe.

APOLOGIA DE SÓCRATES - RESENHA

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Bruno dos Santos Queiroz (Sunkey) O objetivo deste texto é apresentar uma resenha da defesa de Sócrates na Apologia. No diálogo nos deparamos com a seguinte pergunta “Não te envergonhas, Sócrates, de te aplicardes a tais ocupações, pelas quais agora está arriscado a morrer?” (28b) Estamos diante de um homem do qual se ouve que é um ateu, alguém que nega os deuses do povo, tão importantes para a manutenção da harmonia social. Esse homem, não só nega os deuses, como corrompe os jovens com suas ideias, disseminando seu ateísmo na mocidade. Suas artimanhas, dizem, é fazer prevalecer a razão mais fraca por meio de uma engenhosa oratória. Não parece, pois, que um homem assim deve se envergonhar de sua atividade? Como pode, ainda, ser tão tolo, ao que parece, em fazer tudo isso sabendo que assim se arrisca à morte? Que bem tão grande é esse pelo qual vive que o faz assumir tamanho risco?  

A PROPOSTA DE UMA FENOMENOLOGIA CRÍTICA: DIÁLOGOS ENTRE FENOMENOLOGIA E TEORIA CRÍTICA

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RESUMO: A fenomenologia crítica consiste na proposta teórico-prática de unir o elemento formal-descritivo da fenomenologia clássica com o elemento dialético-social da Teoria Crítica (e das “teorias críticas”). Compreende-se que essa síntese pode propiciar direcionamentos potentes para abrir novas possibilidades de reflexão e ação no mundo. O objetivo desta pesquisa consiste, pois, em fornecer um diálogo sintético entre a Teoria Crítica e a fenomenologia clássica, de modo a reunir elementos para a proposição concreta de uma fenomenologia crítica. Verifica-se que a Teoria Crítica se construiu como uma proposta emancipadora que rompeu com o caráter ideológico da teoria tradicional e que a fenomenologia clássica fornece recursos metodológicos para desconstruir interpretações sociais sedimentadas e promover um retorno à realidade concreta. Concluiu-se, a partir disso, que a síntese entre as duas abordagens abre espaço para o projeto de uma fenomenologia crítica, capaz de refletir sobre te...

INTRODUÇÃO GERAL À FENOMENOLOGIA DA RELIGIÃO - TEXTO DE BREDE KRISTENSEN (TRADUÇÃO)

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  A Fenomenologia da Religião é a abordagem sistemática da História da Religião. Ou seja, sua tarefa é classificar e agrupar os dados numerosos e amplamente divergentes de tal forma que se possa obter uma visão geral de seu conteúdo religioso e dos valores religiosos neles contidos. Essa visão geral não é uma História da Religião condensada, mas um levantamento sistemático dos dados. As diferentes religiões apresentam uma rica variedade de fatos. Os atos rituais e princípios doutrinários dentro de cada religião separada de fato exibem uma certa semelhança; eles carregam a marca dessa religião em particular, mas as religiões diferem em caráter umas das outras. As correspondências são apenas parciais. A História da Religião leva apenas em consideração o particular; a visão geral que ela dá, que chamamos de História geral da religião, não é sistemática ou comparativa. É essa visão sistemática que a Fenomenologia da Religião busca fornecer.

UMA DEFESA DO ABORTO

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  O objetivo deste texto é discutir a questão do aborto considerando as dimensões éticas e sociais relativas ao debate. Para tanto considera-se a origem da condenação ao aborto ao longo da História do Cristianismo, o problema ético do debate a respeito do direito à vida e da autonomia da mulher em relação ao próprio corpo e, por fim, discute-se o problema da maternidade compulsória requerida das mulheres pelo dispositivo materno. Para tanto, este texto compõe-se das seguintes partes: (i) História da Condenação do Aborto; (ii) O Problema Ético do Aborto; (iii) Aborto e Dispositivo Materno. I. HISTÓRIA DA CONDENAÇÃO DO ABORTO             O pensamento conservador costuma atribuir a origem da condenação do aborto à Bíblia, no entanto, isso é um equívoco. Na mentalidade da época da Bíblia não se tinha a ideia do feto e mesmo do bebê como uma vida sagrada, uma alma ou um ser inocente. No Antigo Testamento, nas guerras entendi...

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Bruno dos Santos Queiroz