A BÍBLIA CONTRA AS TEORIAS DA PSICOLOGIA

Julie Ganschow
 
                     No âmbito do aconselhamento, existem muitos padrões usados para avaliar e determinar a saúde e o bem-estar de uma pessoa. Alguns dos padrões são médicos e podem ser suportados e comprovados por sólidos testes científicos.
       Esse é o caso, por exemplo, de quando uma pessoa sofre de depressão. Todas as possibilidades médicas devem ser eliminadas da equação antes que o diagnóstico psicológico de “depressão” possa ser aplicado.
        A maioria dos padrões aplicados ao aconselhamento não são construídos em metodologia científica sólida, mas na realidade são estudos pseudocientíficos dos comportamentos e de processos mentais e do comportamento de organismos. A verdade sobre a psicologia é, na realidade, que pouca coisa é científica no que diz respeito a como os comportamentos e os processos mentais são conduzidos, e pouca coisa é científica em relação à abordagem psicológica no estudo dos organismos.
       Devem ser levantadas sérias questões sobre a confiabilidade desses padrões, pois muitos deles utilizam análises de dados (que muitas vezes são defeituosas, para começar),pesquisas de campo, combinando dados de estudos separados e o uso de uma base de dados não publicados. Estes são todos os métodos utilizados na abordagem pseudocientífica.

AS TEORIAS DA PSICOLOGIA

       A psicologia depende de várias teorias da personalidade para ajudar as pessoas com os problemas da vida. Os psicólogos propõem teorias biológicas que sugerem que a genética é responsável pela personalidade e promove teorias comportamentais que sugerem que a personalidade é resultado da interação entre o indivíduo e seu ambiente.
        Essas teorias enfatizam a influência do inconsciente e das experiências da infância sobre a personalidade e promovem teorias humanístas que enfatizam a importância do livre arbítrio e da experiência individual no desenvolvimento da personalidade.
        Os autores de cada um desses tipos e subtipos de teorias de personalidade decidiram qual o seu padrão do que é normal e do que é anormal com base em seus critérios.

O QUE É NORMAL?

       Hoje em dia, muito do que é considerado “normal” é baseado nas normais sociais correntes. Por exemplo, houve um tempo, não muito distante, quando a homossexualidade era considerada anormal e aqueles que se comportavam dessa maneira eram considerados doentes mentais e desviantes. Esse não é mais o caso porque os padrões de comportamento aceitável mudaram. Como todos os seus dados são subjetivos - sem dados científicos sólidos - essas teorias podem ser alteradas a qualquer momento.
       O uso de dados subjetivos, como o registro de emoções, sentimentos e comportamentos humanos, não é  boa ciência. Essas coisas estão abertas a interpretação e a observação que será atravessada ou colorida pela pessoa que faz a observação. Aplicamos a lógica humana ao que vemos e depois especulamos sobre o motivo pelo qual eles estão fazendo o que os vemos fazendo.
       Além disso, os psicólogos acreditam que os problemas emocionais e comportamentais têm uma base orgânica (física) ou emocional (mental) e, como tal, não estão relacionados ao espírito ou a causas espirituais.

O PADRÃO ABSOLUTO DE DEUS

       É por isso que Deus impôs Sua Palavra como o padrão absoluto para o certo e o errado, o normal e o anormal. Ela é o padrão perfeito, irrefutável e imutável pelo qual a humanidade pode viver.
       Quando Jesus esteve com pessoas que eram convulsivas, violentas e autodestrutivas, não as diagnosticou como maníaco-depressivas ou esquizofrênicas. Essas pessoas haviam sido determinadas a estarem em uma profunda dificuldade espiritual! Jesus não consultou uma teoria da personalidade; Ele sabia que as questões do homem eram espirituais e aconselhou essas pessoas em conformidade com isso.
       A Bíblia não apresenta uma teoria da personalidade, mas é clara sobre o ponto de vista de Deus sobre o homem. Contrariamente ao pensamento humanista, Deus tem uma opinião completamente diferente sobre nós. Sua Palavra nos revela por que é pura tolice olhar o homem pelos problemas que enfrentamos:

Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.” – Isaías 55.8-9.

              A Bíblia é sua própria autoridade, e sempre sustenta a si mesma como sendo a verdade. A Bíblia nos dá uma série de informações sobre o quão intimamente Deus está envolvido na vida emocional e mental de Seu povo.
       Nada escapa aos olhos de Deus - nem pensamentos, nem crenças, desejos, vontades ou alguma necessidade percebida - e é Ele aquele que nos restaura a saúde e a totalidade quando estamos, em qualquer sentido, doentes. Na maioria das vezes, as pessoas que são diagnosticadas com algum tipo de transtorno mental estão espiritualmente doentes, não com alguma doença no cérebro.

CONCLUSÃO

       Como distinguimos o certo do errado? A Palavra de Deus é nosso guia, e estabelece padrões claros para o comportamento reto em oposição ao terapeuta secular que usa como seu padrão aquilo que a cultura determina.

Autor: Julie Ganschow
Tradução: Bruno dos Santos Queiroz.

Publicação permitida pelo BCC.

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